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08/09/2015

Elevada carga glicêmica: entenda como alguns alimentos sobrecarregam seus órgãos

Carga glicêmica é um sistema de gradação do conteúdo de carboidrato em porções de alimentos, baseando-se no índice glicêmico e no tamanho da porção.

A utilização de sua medição é baseada na noção de que um alimento de alto índice glicêmico consumido em pequenas quantidades pode gerar o mesmo efeito na glicemia sanguínea que um alimento de baixo índice glicêmico consumido em quantidades maiores.
Ou seja, a carga glicêmica é um indicador não só de quantidade como também da qualidade de carboidrato a partir de uma porção determinada. Por isso o indicador pode ter uma aplicação pratica quando utilizado em uma prescrição de dieta, por exemplo.
De acordo com estudos, uma alimentação com cargas glicêmicas elevadas pode aumentar os riscos de diabetes tipo 2, obesidade e piora do colesterol porque pode sobrecarregar o pâncreas, ocasionando resistência à insulina.
Uma dieta com elevada carga glicêmica, segundo pesquisas, aumenta os níveis de açúcar no sangue. Carboidratos processados, açúcar refinado, frutas enlatadas, refrigerantes, balas, chocolates e farinha branca são alguns dos exemplos de alimentos com alta carga glicêmica.
A Sociedade Brasileira de Diabetes ainda ponta certos tipos de amido, como os presentes na batata e no pão branco, são capazes de causar alterações glicêmicas até maiores e mais rápidas do o açúcar comum. Em contrapartida, alimentos ricos em fibras, como pão integral, cereais e legumes, têm baixa carga glicêmica.
Para evitar que os órgãos fiquem sobrecarregados e comprometidos, uma mudança nos hábitos alimentares é necessária. Apostar em carboidratos que minimizam o aumento de glicose no sangue, como leite, feijão, soja, maçã e laranja é uma boa sugestão para priorizar.